Splatoon | Primeiro Gole

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E finalmente saiu o tão aguardado jogo da Nintendo de Tiro em Terceira Pessoa, Splatoon! O game foi lançado de quinta para sexta-feira (28 e 29 de Maio) e conseguiu um feito histórico desde que saiu o último Smash Bros. com suas filas gigantescas nas lojas no dia de seu lançamento.

Não é para menos, já que as “horinhas” liberadas da demo para WiiU contagiou tanto a galera, que ficaram com gostinho de “quero-mais” e muito instigados a comprar o game. Mas e aí, será que vale à pena?

Any Colour You Like

Uma coisa é certa: Splatoon – como de praxe da Nintendo – é um jogo para toda a família se divertir, e este último verbo aí, é um dos pilares da Nintendo. Diversão é o que não falta ao controlar as lulas-pintoras, com um design de fase incrível, “rockeiragem” musical à tona e tudo fluindo a 60 quadros por segundo. Isso deve-se que a desenvolvedora não se preocupou em ambições técnicas e gráficas, apostando num universo de simplicidade colorida e contagiante.

Em Splatoon, tudo acontece em Inkopolis. Seja no multiplayer, com diversos modos ao estilo “King of the Hill” ou no single – onde combatemos os inimigos Octarians – a cor é que dita as regras por aqui e um adendo: Para pessoas com daltonismo, há um modo especial para eles!

Splatoon (Imagem Divulgação)

Splatoon (Imagem Divulgação)

Turf War

Com toda certeza, Splatoon brilha em seu multiplayer. Mesmo com apenas 5 mapas – esperamos ganhar mais com DLC’s – os modos contam com duas equipes de 4 pessoas, onde cada uma tenta pintar uma área específica ou mais simples – e trabalhoso – pintar a MAIOR quantidade do cenário. Para ficar bem dividida a visualização, a sua cor é complementar a do seu oponente, ou seja, nada de “azul claro e azul escuro”, basicamente teremos uma cor bem oposta a do outro, para melhor visualização.

Diferente da maioria dos FPS/TPS, os cenários não possuem bloqueios, ou seja, se você vê uma tal plataforma, há um jeito de chegar por lá, seja resolvendo puzzles ou mesmo usando a tinta como um meio de trilhar a parede. Este último fato citado, é uma das habilidades mais bacanas de se ver no jogo e prova que a Nintendo é genial no quesito criatividade. É tão bacana virar lula e mergulhar na tinta pelo cenário *-*

Nintendizando Splatoon

Se por um lado temos toda essa genialidade criativa e visual em Splatoon, a Nintendo peca em mais uma vez abrir mão do Chat por voz – segundo ela para evitar o negativismo no jogador – e quanto ao game funcionar como um FPS/TPS como os outros. Para quem está habituado aos jogos clássicos de tiro, pode se decepcionar com curto single player ou mesmo com a quantidade de armas-bola-de-tinta apresentadas no game. *Se bem que elas funcionam mais como classes de personagens*

Este fruto, cuidadoso e limitado não interfere em nada na diversão ou mesmo oculta a jogabilidade magistral de Splatoon, pois sabemos que “Nintendo é Nintendo” e estamos calejados de saber o que poderia vir por aí. Mas uma coisa é certa: Splatoon necessita de DLC’s para sua sobrevivência no mercado! 

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