Metal Gear Solid V – The Phantom Pain | Primeiro Gole

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Com cerca de 3 horas de jogo, e passado os dois primeiros capítulos, além do prólogo, já tenho certeza que Metal Gear Solid V: The Phantom Pain é um jogo incrível.

A missão de introdução dura pouco mais de 1 hora e serve mais como um mini tutorial de movimento e uma cutscene gigante para introduzir ao jogo. Mas em nenhum momento chega a ser maçante. Pelo contrário, é muito interessante.

O jogo em si é uma continuação das mudanças trazidas em Peace Walker e Ground Zeroes. O último Metal Gear continua seguindo a divisão episódica introduzido pelo Peace Walker, sendo que o jogo se desenrola por missões, sejam elas principais ou secundárias, ao invés de apenas uma missão como o modelo tradicional dos demais jogos da série.

Porém, seguindo as mudanças introduzidas no jogo anterior, The Phantom Pain é agora um jogo de mundo aberto. Nunca o jogador teve tanta liberdade para escolher como agir em um jogo na série. Mas ao contrário do esperado, começar solto num mundo aberto não é intimidador em The Phantom Pain. O design da missão é inteligente e da espaço para o jogador ir se adaptando.

Já em relação ao gerenciamento da base, o jogo é bem similar ao Peace Walker. Você captura soldados inimigos e manda através do sistema Fulton para a base, onde pode designar uma função para ele, de acordo com suas habilidades. Isso desbloqueia novos itens que dependem de créditos para desenvolver. Esses créditos são obtidos através de colecionáveis durante as missões, ou as completando. Nenhuma novidade, apesar do sistema continuar complexo e divertido, assim como no antecessor.

Como nem tudo são flores, uma coisa que me desagradou bastante é a nova versão do Snake. Ao contrário dos jogos anteriores, o Snake de Phantom Pain fala muito pouco. Após o prólogo até chegar no final da primeira missão, só me lembro dele ter dito uma palavra(!!!), situação que não melhorou muito no final da primeira missão.

Se é uma escolha consciente do diretor Hideo Kojima ou um reflexo da mudança da dublagem para o ator Kiefer Sutherland, o fato é que não foi uma mudança para melhor. Resta saber se melhora até o final do jogo, ou se existe fundamento no para tanto na história, mas do jeito que se encontra até o presente momento, é bem desconfortável.

De qualquer forma o jogo parece excelente, e mal vejo a hora de poder continuar a jornada. Até o presente momento, só posso recomendar para que os leitores façam o mesmo.

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